la jeune fille qui voulait être un journaliste
“Você faz seu próprio sonho. É a história dos Beatles, não é? É a história de Yoko. É o que eu digo agora. Faça seu próprio sonho. Se você quiser salvar o peru. É bem possível fazer alguma coisa, mas não dotá-lo de parquímetros. Não espere que Jimmy Carter ou Ronald Reagan ou Jonh Lennon ou Yoko Ono ou Bob Dylan ou Jesus Cristo venha e faça por você. Você tem de fazê-lo sozinho. É o que os grandes mestres têm dito desde que os tempos começaram. Eles podem apontar o caminho, deixar indicações e instruções em variados livros que são chamados sagrados e venerados por suas capas, e não por aquilo que dizem, mas as instruções estão aí para que todos as vejam. Sempre estiveram e sempre estarão. Não há nada de novo sob o sol. Todos os caminhos levam a Roma. E as pessoas não podem fazê-lo por você. Eu não posso te despertar. Você pode se despertar. Eu não posso te curar. Você pode se curar.”
“Eles mantêm você drogado com religião, sexo e TV e você se acha tão astuto, sem classe social e livre.”
“Nunca tive medo de envelhecer,mas não quero perder um entusiasmo e uma inconsequencia de garoto.”
“Tenho agonia com acomodação. Essa felicidade linear me soa como uma pessoa sentada em uma conquista.”
“Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente?”